Compramos títulos de dívida de grandes empresas globais que lideram inteligência artificial, medicina e longevidade. Em dólar, com gestão ativa de crédito.
Compramos dívida de empresas em setores que crescem por razão demográfica e tecnológica, não por ciclo de mercado.
Dívida das empresas que constroem a infraestrutura da IA: semicondutores, data centers e computação em nuvem. São negócios de receita recorrente, num setor difícil de entrar.
Dívida de farmacêuticas, empresas de diagnóstico e fabricantes de dispositivos médicos. As pessoas adoecem independentemente de recessão, e isso sustenta a receita dessas companhias.
Empresas que atendem o envelhecimento da população: serviços de saúde, tecnologia assistiva e cuidado crônico. A demanda acompanha a pirâmide etária, não o humor do mercado.
A carteira tem dezenas de emissores em quatro regiões, denominada em dólar. Se o Brasil piorar, o seu patrimônio não está todo aqui dentro.
A Neural nasceu de uma conta simples. O mercado global de bonds movimenta US$ 130 trilhões, e o investidor brasileiro mantém menos de 5% do patrimônio fora do país. A gestora existe para fechar esse buraco.
O nome vem da inteligência artificial que usamos na análise. Ela filtra e organiza um volume de dados de crédito que nenhuma equipe daria conta de ler manualmente. A decisão de comprar ou não continua sendo de gente.
Lemos os balanços e chegamos às nossas próprias conclusões, mesmo quando elas contrariam o consenso do mercado.
Toda posição passa pelos mesmos critérios, inclusive quando a tentação de abrir exceção é grande.
Os limites de concentração por emissor, setor e região são definidos antes da compra, e não depois que o problema aparece.
Você consegue ver onde está o seu dinheiro e por que ele está ali.
Todo bond que entra na carteira passa por quatro filtros, sempre nessa ordem.
Antes de olhar empresa, olhamos o ambiente. O que os bancos centrais estão fazendo, como está a curva de juros e se os spreads de crédito já dão sinal de estresse.
Dentro do universo possível, ficamos com os emissores ligados a inteligência artificial, saúde e longevidade. O resto fica de fora, mesmo quando o preço parece convidativo.
Aqui vem o trabalho pesado. Balanço, geração de caixa, qualidade da gestão e, no fim, a pergunta que decide tudo: o spread pago compensa o risco assumido?
Nenhum emissor, setor ou país passa dos limites definidos. A duration é ajustada conforme o ciclo e a liquidez da carteira é conferida todo dia.
Um fundo só, para quem quer parte do patrimônio em dólar sem abrir mão de previsibilidade.
CNPJ do Fundo: 85.895.756/0001-07 · Administrador: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. · Custodiante: BNY Mellon Banco S.A. · Auditor: PricewaterhouseCoopers (PwC) · Taxa de administração: 1,5% a.a. · Sem taxa de performance.
Três sócios, com a gestão concentrada em crédito internacional.
Responde pela direção da gestora e pela relação com os investidores.
Decide o que entra e o que sai da carteira. Vem de crédito corporativo global, com foco em tecnologia e saúde.
Cuida da comunicação da gestora e de como a Neural se apresenta ao mercado.
Os critérios ambientais, sociais e de governança entram junto com o resto da análise. Não viram um relatório separado, escrito depois que a decisão já foi tomada.
Damos preferência a emissores com meta de redução de emissões que dê para medir, e acompanhamos a intensidade de carbono da carteira. Empresa com passivo ambiental grave ou dependente de combustível fóssil fica de fora.
A tese de longevidade já é social por natureza. São empresas que ampliam acesso a saúde e desenvolvem terapias novas. Além disso, olhamos práticas trabalhistas e diversidade dentro de cada emissor.
Analisamos conselho, transparência contábil, alinhamento de incentivos e histórico de conduta. Governança fraca costuma virar problema de crédito bem antes de virar problema de reputação.
Ficam de fora emissores ligados a armamentos controversos, tabaco, trabalho análogo à escravidão e empresas com passivo ambiental relevante sem solução à vista.
Os critérios que aplicamos estão escritos na política de investimentos, e o comitê de gestão revisa esse documento periodicamente.
A gestora segue as regras da CVM e da ANBIMA. Os documentos estão logo abaixo, sem necessidade de cadastro.
Análises sobre macro, crédito global e os setores que acompanhamos de perto.
O mercado precifica 57% de chance de alta na reunião de 16 de setembro, depois de cinco reuniões com a taxa parada em 3,50% a 3,75%. A inflação não cedeu como o roteiro previa, e isso muda o cálculo de duration de todo mundo.
O Copom cortou pela quarta vez seguida, mas o passo curto revela desconforto. Por que juro real alto não é sinal de economia saudável.
BrasilAs pesquisas apontam disputa apertada e segundo turno provável. Como se preparar sem precisar acertar o resultado.
Macro GlobalComo a política do Fed mexe na precificação dos bonds corporativos, e onde enxergamos oportunidade hoje.
IA & TechAnálise de crédito separando as empresas que já ganham dinheiro com IA daquelas que só gastam capex sem retorno visível.
LongevidadeO que a nova geração de terapias muda no crédito das farmacêuticas globais.
Se quiser entender a estratégia em detalhe, é só chamar.
"Proteger patrimônio começa com uma conversa, muito antes de qualquer decisão de investimento."